
Acordou bem cedo.
Fazia frio.
Chovia muito lá fora.
O cheiro do café impregnava a casa.
Como era bom acordar com esse cheiro.
Mas não sentia vontade de levantar.
Sua noite havia sido curta, não descansara o suficiente.
Além do mais, ele havia chegado bem tarde, com flores e um bom vinho.
Agora ele estava lá, fazendo um delicioso café, quente e bem forte...
como a noite de ontem.
Corava só de pensar.
Não estava acostumada a ter alguém que cuidasse, amasse, lhe trouxesse café,
e ainda fosse bom de cama.
Lembrava agora que tinha que levantar de qualquer jeito.
Um dia de trabalho corrido e infernal a esperava.
Ai, como queria só ficar ali, dormir mais um pouco, recuperar as energias.
Então ele surgiu na porta do quarto, com um sorriso lindo e uma bandeja nas mãos. Difícil acreditar que ainda existiam homens assim.
Ele lhe deu um beijo rápido e lhe ofereceu uma torrada.
Sentia muito, mas tudo o que ela queria era um beijo de verdade,
como na noite anterior...
Agarrou-o com delicadeza, porém com atitude.
Inevitavelmente a bandeja e aquele café gostoso teriam que esperar.
E foi assim que, pela primeira vez, ela perdeu a hora para o trabalho.
E, sem dúvida, foi o despertar mais divertido de que conseguia lembrar-se.
Estava, em fim, feliz.
Não sabia por quanto tempo, mas não queria pensar nisso agora,
estava ocupada demais para estragar tudo.
Fazia frio.
Chovia muito lá fora.
O cheiro do café impregnava a casa.
Como era bom acordar com esse cheiro.
Mas não sentia vontade de levantar.
Sua noite havia sido curta, não descansara o suficiente.
Além do mais, ele havia chegado bem tarde, com flores e um bom vinho.
Agora ele estava lá, fazendo um delicioso café, quente e bem forte...
como a noite de ontem.
Corava só de pensar.
Não estava acostumada a ter alguém que cuidasse, amasse, lhe trouxesse café,
e ainda fosse bom de cama.
Lembrava agora que tinha que levantar de qualquer jeito.
Um dia de trabalho corrido e infernal a esperava.
Ai, como queria só ficar ali, dormir mais um pouco, recuperar as energias.
Então ele surgiu na porta do quarto, com um sorriso lindo e uma bandeja nas mãos. Difícil acreditar que ainda existiam homens assim.
Ele lhe deu um beijo rápido e lhe ofereceu uma torrada.
Sentia muito, mas tudo o que ela queria era um beijo de verdade,
como na noite anterior...
Agarrou-o com delicadeza, porém com atitude.
Inevitavelmente a bandeja e aquele café gostoso teriam que esperar.
E foi assim que, pela primeira vez, ela perdeu a hora para o trabalho.
E, sem dúvida, foi o despertar mais divertido de que conseguia lembrar-se.
Estava, em fim, feliz.
Não sabia por quanto tempo, mas não queria pensar nisso agora,
estava ocupada demais para estragar tudo.
by Myrlya Saraiva.




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