"Meu texto, não quer ser útil, não quer ser moda, não quer estar certo. Meu texto não quer ser belo, não quer ser feio, não quer nascer pronto. Meu texto não quer traduzir, não quer protestar. Não quer ser sucesso, não quer ser reflexo, não quer revelar nada. Meu texto não quer me pertencer. Não quer ser história, não quer ser resposta, não quer perguntar. Meu texto quer estar além do gosto, não quer ter rosto, não quer ser cultura. Meu texto não quer ser de categoria nenhuma. Meu texto quer ser só texto. Meu texto não quer ser pouco." ( Adriana Calcanhotto) [Modificado]



quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Floresta dos devaneios...


Músculos da face doendo...



Mas as lágrimas não param de cair...



O pensamento sibila alguma coisa do tipo 'não aguento mais'...


o coração tenta entender...




a vontade de gritar invade o peito...




mas falta a coragem dos gladiadores...




e o som que sai de meus lábios trêmulos é cheio de vazio...




um grito abafado de dor...




não, não sou infeliz...




talvez só ande com as pessoas erradas...





vai ver escolhi a estrada da floresta,




agora estou perdida...




em pensamentos e angústias,




talvez seja só mais uma tempestade...




e bem alí esteja o lago para eu me banhar...




... ah!!! mas meus pés estão tão cansados...

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