
O clima de Natal tem uma força muito profunda sobre mim... não sei explicar bem, se assemelha muito à nostalgia que tenho sempre antes do meu aniversário (mas isso é assunto pra outro post). Não sei explicar o que é, se é esse clima de sentimentalismo que parece atingir a todos, essa busca enlouquecida de presentes, ou, talvez sejam as lembranças de um passado que tento esquecer, devido a perdas e decepções, coincidentemente (?) nessa época....
Na minha infância íamos sempre passar a noite de Natal em uma comunidadezinha do interior, com minha mãe e meus avós... geralmente meu pai não ia. Não tínhamos ceia, as bebidas, as festa. Era apenas o encontro, o agradecimento, minha mãe fazia questão de estar com meus avós dessa data, e agora percebo que geralmente não tenho essa atenção com ela... (que feio).
Quando pequena, não me importava em passar esses festejos naquele lugarzinho... achava até divertido passar um tempo com meus primos.
Então, fui crescendo e por um motivo ou outro, já não era mais tão interessante ir passar o natal na casa dos meus avós... eram amigos, paquerinhas, sair para dançar... e de alguma forma o espírito natalino não produzia em mim os mesmos efeitos que em outras pessoas... Em recente conversa com minha irmã, ela resumiu esse meu jeito com “durona”... será?
Não sei, mas hoje, depois de alguns bons anos, o natal traz agora esse momento reflexivo, meio nostálgico, sobre como tenho encarado tudo isso.
Acho que nunca me entreguei de verdade ao espírito de natal, não sei bem o motivo, mas, depois de tantas mudanças, hoje me parece mais claro o que realmente importa nessa data. E minha mãe é quem estava certa... o Natal pode ser apenas uma noite, mas é um momento eleito para que possamos comemorar, agradecer pela nossa vida, pelas pessoas que estão a nossa volta, que nos amam e que amamos, sem falar que é a comemoração do nascimento do Menino Jesus, que ao meu ver, deveria ser lembrado mais vezes durante o ano, durante a vida.
Bom, o fato é que fico feliz em termo essa data especial, para reunirmos a família e agradecer, para revivermos emoções e nos amarmos mais, e é isso que desejo a todos, mais amor para o mundo, para as famílias e para os desacreditados na magia do Natal.
Hoje sei, essa magia existe sim, só é preciso se entregar, acreditar e deixar que o amor preencha nossos corações.
Na minha infância íamos sempre passar a noite de Natal em uma comunidadezinha do interior, com minha mãe e meus avós... geralmente meu pai não ia. Não tínhamos ceia, as bebidas, as festa. Era apenas o encontro, o agradecimento, minha mãe fazia questão de estar com meus avós dessa data, e agora percebo que geralmente não tenho essa atenção com ela... (que feio).
Quando pequena, não me importava em passar esses festejos naquele lugarzinho... achava até divertido passar um tempo com meus primos.
Então, fui crescendo e por um motivo ou outro, já não era mais tão interessante ir passar o natal na casa dos meus avós... eram amigos, paquerinhas, sair para dançar... e de alguma forma o espírito natalino não produzia em mim os mesmos efeitos que em outras pessoas... Em recente conversa com minha irmã, ela resumiu esse meu jeito com “durona”... será?
Não sei, mas hoje, depois de alguns bons anos, o natal traz agora esse momento reflexivo, meio nostálgico, sobre como tenho encarado tudo isso.
Acho que nunca me entreguei de verdade ao espírito de natal, não sei bem o motivo, mas, depois de tantas mudanças, hoje me parece mais claro o que realmente importa nessa data. E minha mãe é quem estava certa... o Natal pode ser apenas uma noite, mas é um momento eleito para que possamos comemorar, agradecer pela nossa vida, pelas pessoas que estão a nossa volta, que nos amam e que amamos, sem falar que é a comemoração do nascimento do Menino Jesus, que ao meu ver, deveria ser lembrado mais vezes durante o ano, durante a vida.
Bom, o fato é que fico feliz em termo essa data especial, para reunirmos a família e agradecer, para revivermos emoções e nos amarmos mais, e é isso que desejo a todos, mais amor para o mundo, para as famílias e para os desacreditados na magia do Natal.
Hoje sei, essa magia existe sim, só é preciso se entregar, acreditar e deixar que o amor preencha nossos corações.




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